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História do Papel de Parede
Escrito por admin
2 de julho de 2020

História do Papel de Parede

O papel de parede surgiu na China, como elemento decorativo, aproximadamente duzentos anos antes de Cristo. Era rudimentarmente produzido com papel de arroz, totalmente branco, portanto sem qualquer tipo de detalhe decorativo.

Posteriormente, ele passou a ser produzido com o pergaminho vegetal, ganhando cores e motivos. As pinturas do papel eram feitas à mão por artesãos, e depois vieram os carimbos de madeira decorativos, que eram embebidos em tinta para imprimir os desenhos. As tiras resultantes desse trabalho eram então coladas nas paredes, em substituição das originais que ornavam os palacetes de mandaris e ricos comerciantes.

A Europa passou a ter mais contato com a China a partir dos séculos XVI e XVII, e o papel de parede surgiu no continente europeu pelas mãos de comerciantes árabes, que aprenderam com os chineses a sua produção. Passou a ser usado para decorar parte das paredes, janelas e portas, substituindo as telas e as tapeçarias. Em 1630, foi inaugurada a primeira fábrica de papel de parede, a Papel-Toutisses, na cidade de Roven, França.

No Brasil, o papel de parede apareceu devido à forte imigração européia no final do século XIX. Porém, até 1930, a importação desse produto era pequena, em função dos altos custos, sendo em seguida esquecido por anos. Em 1960, com a modernização da indústria brasileira e com a redução dos custos, o papel tornou-se um popular revestimento decorativo de paredes.

Desde a idade média, já se usavam couros e tecidos com bordados e relevos para decorar as paredes! Mas as primeiras impressões, próximas dos papéis que conhecemos hoje, começaram a aparecer no século 14.

Esses precursores dos papéis de hoje eram chamados de “dominotiers” e eram produzidos em moinhos ingleses e franceses.

Naquela época, eles tinham um tamanho de 35cm x 45cm e  tinham que ser aplicados lado a lado…

Os primeiros rolos, no tamanho europeu que conhecemos hoje (53cm x 10m) começaram a ser produzidos em meados do século 17, na Inglaterra. E nada mais eram do que pequenos pedaços pré-colados juntos, que facilitavam o momento da instalação!

Com o tempo, mais técnicas foram surgindo… De estampas, relevos e texturas, até chegarmos no momento atual, onde grande tecnologia é empregada no processo produtivo, e temos produtos cada vez mais modernos e únicos!

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